Tráfego pago para SaaS e B2B com MQL que vira SQL.
Google Ads e Meta Ads com segmentação por ICP, rastreio de pipeline por etapa e CAC controlado — para crescer sem queimar caixa em lead que não fecha.
O que você recebe
- Auditoria da estrutura atual de campanhas e tracking
- Plano de reestruturação com foco em CAC por etapa (não por clique)
- Execução de Google Ads e/ou Meta Ads com rastreio de funil completo
- Rotina de otimização semanal com dados reais de conversão
Por que tráfego pago falha em SaaS e B2B
Entender onde está o gargalo é o primeiro passo. Sem isso, qualquer campanha é chute.
MQL alto, SQL baixo
Muitos leads qualificados pelo marketing, poucos pelo time comercial. O problema está na segmentação de ICP e na qualificação antes da passagem de bastão.
CAC sem payback calculado
Investir em tráfego sem saber em quantos meses o CAC se paga é risco. Tracking de LTV e churn é parte da estrutura de otimização.
Ciclo de vendas longo sem nurturing
B2B não fecha no primeiro contato. Sem rastreio de pipeline e sequência de remarketing, o lead que não fecha de imediato some.
Segmentação ampla demais
Anunciar para "empresas" no Google ou Meta sem filtrar cargo, porte e setor é o maior gerador de CPL alto em B2B. ICP preciso vem antes de tudo.
O que muda quando o tráfego pago é bem executado
Sem medir etapa certa, qualquer otimização é achismo. Instrumentação é o primeiro passo, não o último.
Google Ads por intenção real. Meta por perfil e comportamento. Cada canal no papel certo.
CAC, taxa de qualificação, custo por etapa — não CTR, não impressão, não clique barato.
Rotina de corte, teste e escala. Sem esperar o mês fechar para agir.
Como funciona a execução
O que muda na prática
Resultados variam por nicho, verba, concorrência e maturidade da oferta. O objetivo é eficiência mensurável — não promessa de número.
Muito prazer, sou Dennis Sampaio.
Especialista em Performance Digital com mais de 12 anos de mercado e mais de R$ 30 Milhões gerenciados em plataformas de anúncios.
Eu não sou uma agência que delega sua conta para um estagiário apertar botões. Atuo como parceiro estratégico: entendo o seu negócio, estruturo o tracking, crio o filtro de qualificação e entrego demanda com perfil real direto no seu funil comercial.
Sem caixa-preta: você sabe o que está sendo medido, por que cada ajuste é feito e qual hipótese está sendo testada. Resultado depende de oferta, mercado e execução — e eu digo isso antes de começar.
Para quem faz sentido — e para quem não faz
- Você quer medir o funil por etapa — não só "rodar anúncio"
- Está disposto a decidir por dado, não por feeling ou relatório bonito
- Tem processo comercial mínimo: tempo de resposta e follow-up
- Aceita que resultado cresce com dado acumulado, não na primeira semana
- Quer transparência: o que está sendo medido, por que e o que muda
- Você quer volume de lead sem qualificação e chama isso de resultado
- Não tem processo comercial — demora dias para responder um contato
- Espera retorno garantido na primeira semana sem dados acumulados
- Quer delegar tudo sem acompanhar as métricas do funil
- Busca agência que "roda anúncio" sem responsabilidade por eficiência
O que SaaS e B2B perguntam antes de contratar
Ciclo longo pede rastreio longo e nurturing estruturado — não ausência de tráfego pago. O canal funciona quando o funil está mapeado corretamente.
CPL alto em B2B geralmente é sinal de ICP errado ou segmentação ampla. A reestruturação começa por definir o ICP e filtrar por cargo e intenção.
Estrutura enxuta com qualificação mais rígida: menos lead, mais SQL. O volume é calibrado pela capacidade do time, não pelo máximo possível.
O tracking de pipeline por etapa resolve isso. Você vê o custo de cada MQL, SQL e cliente fechado — e consegue calcular o payback do investimento.
O que é gerenciado no projeto
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